domingo, 6 de setembro de 2009
Aviso
Segundo: o aviso é que a história passará por uma reforma geral, gostaria que^sejam pacientes mais um pouco, pois o processo ainda levará algum tempo para terminar.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Chapter seven: N
Não podia me arriscar em dar metade da minha vida s[o para saber o nome de uma pessoa. Precisava de informações. Precisava de uma grande ajuda.
-Rem, se você matou L pelo primeiro Kira, quem o matou?
-Foi outra pessoa, outro grande investigador.
-E só agora você me fala isso?!
-Você não me pediu nada. Eu só posso falar o necessário.
-Tá bom. Ele ao menos está vivo?
-Sim. Ele está.
-Você pode me falar o nome dele?
-Não o verdadeiro, mas ele é conhecido como N.
Isso não era grande coisa, mas já ajudava bastante, apenas precisava de um jeito de entrar em contato com ele... ou ela.
Busquei por vários dias na Internet, mas não havia nada. N devia saber se esconder muito bem dos curiosos.
Precisaria de ajuda para encontrá-lo. Se ele é um investigador, ele deveria ter algum contato com a polícia. Mas como eu iria fazer isso? Uma frase como: "Olá, eu quero entrar em contato com o N, como eu faria?" soaria de forma a pensarem que eu sou louco.
Depois de perder mais alguns dias tentando de delegacia em delegacia, desisti. Resolvi que alguém procuraria para mim, mas isso não sairia barato. E eu não tinha muito dinheiro disponível.
Busquei num catálogo por detetives. Olhei para o maior e mais chamativo, isso seria um indício que esse detetive teria dinheiro suficiente para fazer um anúncio tão grande. Seu nome estava escrito como Tota M.
Fui até o escritório dele, ficava bem afastado do centro da cidade.
A sala de espera era bem simples, estava deserta e não havia recepcionista. Então eu ouço uma voz vindo da única porta que havia naquela sala, à exceção da porta de entrada.
-Entre, por favor.
O escritório era muito interessante, as paredes não podiam ser vistas devido à imensa quantidade de livros dispostos ao redor da pequena mesa que havia na sala. Havia uma grande janela localizada atrás da mesa de modo a ofuscar a visão e dificultar ver quem estava sentado na cadeira atrás da mesa.
-Boa tarde, senhor Tota, meu nome é...
-Ah sim, o seu nome é Dark Hiruakuma, cujo pai sofreu um trágico acidente na véspera do ano-novo e, misteriosamente, voltou à vida no mesmo dia, sua mãe trabalha num necrotério e seu aniversário é no dia primeiro de janeiro.
-Puxa, como o senhor sabe de tanta coisa sobre mim?
-A sua foto saiu no jornal, o caso do seu pai chamou muita atenção.
-Ah, sim. Então, eu vim conversar com o senhor a respeito de...
-Kira. Todos querem falar sobre ele, o que você quer saber?
-Eu preciso de ajuda para investigar quem é Kira.
-Por que você quer saber quem é Kira?
-Porque Kira ameaça o bem-estar da minha sociedade.
-Eu vou lhe contar uma coisa garoto, eu conheci uma pessoa que era muito boa, mas que na verdade fez coisas horríveis.
-O senhor estaria falando do...
-Sim, o primeiro Kira. E... por favor, me chame de Matsuda.
-Ah, sim. Matsuda. Então, o senhor participou da investigação do primeiro Kira?
-Sim, nessa época eu fazia parte da polícia, mas depois que Kira morreu, eu larguei o meu cargo e passei a viver como detetive particular.
-Quem ajudou na investigação, além de você?
-L ajudou, mas ele foi morto pelo Kira. O próprio pai do Kira ajudou, mas morreu em serviço. E bem no final da história apareceu um garoto conhecido como N.
-Esse N. Você chegou a conhecê-lo?
-Sim.
-Teria como eu entrar em contato com ele?
-Isso seria algo bem complicado, e caro. Mas é possível. Faz anos que eu não o vejo.
-Isso é ótimo! Muito obrigado pela sua ajuda, senhor Matsuda.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Atraso
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Chapter six: L
-Bem, isso é muito difícil, pois os Shinigamis consideram os Seikamis como traidores, já que eles salvaram a vida de uma pessoa, como foi no meu caso.
-Há outros Seikamis por aí, como você?
-Não há muitos, pois é necessário que um Shinigami morra para tornar-se Seikami, e isso é muito difícil.
-Teria como você encontrar o Shinigami da minha professora?
-Bem, isso depende, o que você quer com ele?
-Eu apenas quero falar com ele.
-Eu vou tentar, mas não lhe garanto nada.
-Obrigado, Rem.
O meu plano era tirar informações dele, quem sabe eu não conseguiria algo útil?
Quase meia hora depois Rem volta, aparentemente só.
-Dark, esse é o Shinigami com o qual você quer falar, seu nome é Ryuk.
-Onde Rem? Eu não vejo nada.
-Pois é, você teria que tocar no Death Note dele par poder vê-lo.
-E...?
-Como você quer falar com ele, ele aceitou em deixar que você tocasse em um pedaço dele.
Então, Rem me deu um pedaço de uma folha de caderno. Ao tocá-la, pude ver algo chocante: um Shinigami. Ele era terrivelmente assustador, completamente diferente de um Seikami, que tem uma aparência humana, quase angelical. Ryuk tinha uma aparência demoníaca.
-É você o Shinigami do atual Kira?
-Sim, sou eu.
-Por acaso, você foi o Shinigami do primeiro Kira?
-Sim.
-Como o primeiro Kira morreu?
-Eu o matei.
-Por quê?
-Porque isso faz parte do "contrato" entre o Shinigami e o portador. No último momento de sua vida, quem o matará será o Shinigami.
-Mas qual era o motivo de ele estar morrendo?
-Ele foi descoberto.
-Que pessoa descuidada!
-Ele na verdade era apenas um moleque egoísta e mimado, foi bom ele ter escolhido o destino de ficar vagando eternamente em meio à dor e o sofrimento, sem poder is nem para o céu, nem para ao inferno.
-Se eu lhe perguntasse, você me daria informações do atual Kira?
-Não.
-Você sabe como eu conseguiria obter informações dele?
-Havia um garoto, que a pedido do primeiro Kira, Rem matou, que era o melhor investigador do mundo. Mas é uma pena ele estar morto! Com ele, você descobriria facilmente quem é Kira!
Que frustração! Tudo isso para descobrir apenas uma coisa: o melhor investigador do mundo está morto.
-Qual é o nome dele?
-Isso eu não posso lhe dizer. á que eu não posso mais fazer nada por você, já vou. Até mais, moleque.
E Ryuk saiu dando gargalhadas de maldade.
-Rem, por que você não me disse nada sobre esse tal investigador?
-Você não me perguntou.
-Você me diria o nome dele?
-Eu estaria ajudando você. Mas eu imagino que não seja difícil de encontrar algo sobre ele hoje em dia.
Ela me disse isso olhando para o computador. Sentei em frente dele e ela me disse:
-Ele morreu em 05/11/2004, a mesma data que eu morri.
Digitei no buscador essa data e encontri algo surpreendente: realmente, o maior investigador do mundo morreu nessa data, e foi de um ataque cardíaco. A página dizia que ele era conhecido como L. Mas isso com certeza não seria o suficiente para ter o nome dele.
Busquei por mais um tempo. Nada, era impossível descobrir o nome dele.
-Rem, o que eu posso fazer?
-Eu não posso ajudar-lhe diretamente, mas você pode escolher trocar a habilidade de ver os nomes verdadeiros das pessoas, doando metade do seu tempo de vida restante.
-Não! Nem pensar que eu faria uma idiotica dessas!
Eu tinha que erranjar uma pessoa que confiaria em mim a ponto de sacrificar metade de seu tempo de vida. mas quem? Teria que ser outro portador de um Life Note.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
E-mail do Blog
Queremos saber sua opinião a respeito do Life Note.
Ele ficará maracado na barra lateral a partir de hoje (15/06/09)
lifenoteproject@hotmail.com
Chapter five: Saver
-Ei, você ficou sabendo do que aconteceu nessas férias?
-Ah, é. Umas pessoas que Kira matou voltaram à vida, né?
-É... o pessoal está chamando essa pessoa de Saver, pois essas que voltaram eram inocentes.
-Ah, é mesmo? Que coisa estranha.
E então eu ouvi outra pessoa falando: a professora.
-Mas isso é impossível. Onde já se viu pessoas voltarem à vida?
Hm... que suspeito. Alguém contradizendo o que a maioria pensa... Não tinha jeito, isso só faria sentido se ela fosse Kira, que provavelmente estava decepcionada pelo fato de as pessoas que ela matou terem voltado à vida.
-Professora, com licença, mas o que a senhora quis dizer com isso?
-Ah... o seu nome é... Dark, certo? Eu simplesmente acho que não há lógica no fato de pessoas voltarem à vida do nada, deve haver algum motivo.
-Mas, se foi Kira que as matou, elas tiveram uma parada cardíaca. E elas não pode voltar se usarem um desfibrilador?
-Ah, sim. Mas isso é diferente. Essas pessoas que estão dizendo que voltaram estavam completamente sozinhas, já dentro do caixão, prontas pra ser enterradas.
-Puxa, que coisa sinistra. Realmente, como é possível algo assim?
Que mulher ingênua, não acredito que ela não desconfiava de nada. Será que os Shinigamis podem se comunicar com Seikamis?
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Chapter four: 300 deaths
Pensei por mais um bom tempo. Até que lembrei de uma coisa: o site do canal de notícias que divulgou as mortes das 300 pessoas.
Por mais que isso pudesse demorar, eu iria buscar a ficha criminal de cada uma das pessoas e ver quais seriam inocentes para ressuscitar as que mereceriam viver.
Levou quatro horas, mas consegui. 16 das trezentas pessoas eram realmente inocentes. Seus crimes eram no máximo leves, ou até pareciam ser crimes inexistentes.
Escrevi os nomes das dezesseis pessoas no Life Note, olhando atentamente os rostos de cada uma. 40 segundos... esse seria o tempo necessário.
Quanto tempo levaria para aparecer no noticiário? Eu diria duas horas.
Já era hora do jantar quando eu saí do meu quarto. Durante a própria janta a programação foi interrompida para um boletim urgente. Não levou nem meia hora para falarem dos 16 mortos que voltaram à vida misteriosamente.
Que coisa incrível. Mesmo com a experiência com o meu pai eu não pude notar o quão poderoso o Life Note podia ser. Eu pude dar a vida a 16 pessoas de uma só vez!
Tive uma ideia repentina: eu poderia lutar contra Kira e salvar as pessoas inocentes que ele matasse.
Mas ainda havia uma dúvida na minha cabeça. Quem era Kira? Está certo que era uma mulher. Mas eu queria saber o nome dela, onde ela trabalhava. Precisava arranjar um jeito de me aproximar dela sem levantar suspeitas.
O restante das férias passou tranquilamente, Kira agiu pouco depois daquela vez, fazendo com que eu mal usasse o Life Note.
Passei outra noite sem dormir. Dessa vez não foi devido a nada relacionado ao Life Note. No dia seguinte seria o retorno às aulas.
Terceiro colegial. Último ano da escola, depois viria faculdade e um emprego. Novo ano, mesma escola, mesmos amigos. Estava com muito sono, mas eu teria que me manter acordado, pois no ano anterior eu quase fui reprovado.
Fiquei um bom tempo conversando na sala antes da aula começar. O sinal tocou e todos sentaram-se em seus lugares. Uma pessoa entrou, e com isso eu fiquei em choque. A professora da nossa turma era uma mulher. Mas não era qualquer mulher. Ela era a mesma pessoa que eu encontrei no dia do meu aniversário. Ou seja: Kira. Eu acho que não poderia haver uma forma mais conveniente de nos conhecermos. Será que ela se lembraria de mim?
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Chapter three: Dark versus Kira
Era de manhã e eu nem sequer dormi devido ao que ocorreu no dia Anterior.
Era meu aniversário. Mas eu não ligava muito para essa data, pois quase ninguém se lembrava. Eram raros os anos em que meus pais se lembravam.
Ouço alguém batendo na porta. Era meu pai: -Filho, você está acordado? -Estou pai, já vou abrir a porta. Eu sempre tranquei a porta do meu quarto à noite, algo que jamais levantou suspeitas... e não levantaria também. Ao sair do meu quarto, estavam em pé à frente da porta meu pai e minha mãe com um bolo enorme de chocolate, apesar de sermos só nós três em casa. E alguns presentes.
Esse dia foi muito especial para mim. Como se fosse o primeiro aniversário meu que eu pudesse me lembrar. Demos muitas risadas, e finalmente estávamos reunidos. Meus pais conseguiram uma folga do trabalho devido ao acidente, o qual meu pai ainda não se lembrava. À tarde, após o almoço, saímos para passear. Tudo estava fechado, mas nem nos importamos. Queríamos aproveitar todo esse dia e nos divertir de qualquer maneira. Chegamos até a fazer uma guerra de neve. No fim do dia voltamos para casa, e fomos jantar. Durante a janta é que ocorreu algo que perturbou a paz do dia. Estava dando no noticiário que em menos de 24 horas KIRA conseguiu matar 300 pessoas de uma só vez, e que no site do canal estaria disponível uma lista com os nomes completos e fotos das vítimas.
Quando eu fui deitar, Rem me chamou:
-Dark, hoje aconteceu uma coisa e você não percebeu. -O quê? -Você se encontrou com o sexto Kira.
Pronto! Perdi meu sono de novo. E agora? Quem poderia ser? Não havia muitas pessoas na rua nesse dia... Espere um momento. Seria possível?
-Rem, eu cheguei a falar com o Kira? -Sim. Então eu já sabia quem era o Kira
Só podia ser uma pessoa que não era da minha família. Uma pessoa que me entregou o meu celular quando deixei cair no chão. Era uma mulher.
Bem, como não pude dormir, fiquei planejando o dia seguinte. Eu iria voltar para o lugar em que encontrei aquela mulher. Saí mais cedo, enquanto ainda não havia ninguém acordado em casa. Fui até o local: o parque. Havia chances de a mulher ir lá com uma certa regularidade, mas eu não podia me arriscar demais. Se o Death Note realmente funcionasse como o Life Note, eu não poderia permitir que ela visse meu rosto. Muito menos que soubesse meu nome.
Porém, havia um problema: ela já viu o meu rosto. Faltava só ela ter o meu nome, o que seria extremamente arriscado para mim. Não, mesmo que ela possuísse os olhos de shinigami, ela teria que ver o rosto... Acalme-se, Dark.
Fiquei tanto tempo naquele parque pensando em uma forma de abordá-la que, quando voltei à realidade, ela já tinha ido embora e era hora do almoço.
Como é possível alguém conseguir matar tantas pessoas em menos de um dia? Ainda que seja com um Death Note. Se Kira mata criminosos, ela tem que ter algum meio de acessar arquivos criminais, pois a televisão não divulga tantos crimes em um só dia. Hm...
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Chapter two: The resuscitation (segunda parte)
-Filho, já está chegando a meia noite, temos que ir buscar a sua mãe.
-Mas pai, onde é que ela pode estar?
-Eu tenho uma certa ideia de onde ela estaria...
Ao chegar na garagem, meu pai toma um susto: o carro dele não estava lá
-Onde está o meu carro?
-Depois eu te conto. Mas de qualquer forma, é melhor irmos à pé. Tem muita neve na rua.
Nós fomos andando, meu pai nos guiando, até um parque, grande que tinha na região. Perto da lagoa congelada havia um vulto, a única pessoa, além de nós, que estava nesse parque.
-Filho, foi aqui que eu e sua mãe nos conhecemos.
-Ah, isso explica algumas coisas.
Quando chegamos até a pessoa, logicamente, só podia ser minha mãe, eu pude ver que ela estava chorando, de novo. Ela tinha feito um desenho lindo na neve: era ela e meu pai.
Ao ver meu pai, ela se assustou de novo. Mas dessa vez, ela não fugiu. Levantou-se e abraçou-o fortemente, chorando mais ainda.
-Mas querida... O quê está a contecendo para você chorar tanto... Parece até que alguém morreu.
Ela chorou mais alto ainda.
-Pai, acho melhor nós levarmos mamãe de volta pra casa e dar um chá quente pra ela se aquecer.
-Boa ideia, vamos...
No meio do caminho começou a queima de fogos, foi algo incrível, como se nunca tivesse acontecido algo assim antes, uma explosão mais bela que a outra, acho que algo bom iria ocorrer.
Passamos em uma lojinha 24 horas que estava no caminho e compramos um champagne, para comemorar a passagem do ano.
Em casa, tudo voltou ao normal, bem, quase, minha mãe ainda estava estranhando um pouco a presença do meu pai. Tomamos a garrafa de champagne e me despedi deles. Tomei um banho e deitei-me na minha cama, mas não conseguia dormir, nesse momento meus pensamentos estavam fervendo em minha cabeça.
Meu pai tinha morrido, mas ele reviveu, algo que seria impossível. Eu falei com uma mulher que entrou no meu quarto de forma inexplicável. E ainda conheci o lugar em que meus pais se conheceram. Um caderno, um objeto capaz de fazer muitas coisas.
Já que não podia dormir, liguei a televisão. Estava passando no noticiário de novo sobre um tal de SEXTO KIRA. Eu fiquei sabendo que algo tinha acontecido uns vinte anos atrás relacionado com mortes de milhares de criminosos ao redor do mundo, todos de ataque cardíaco. Bem, antes, eu não tinha dado atenção, mas agora...
-Rem, você está aí?
-Sim, estou.
-Rem, desde quando você é uma Seikami?
-Há aproximadamente quinze anos.
-Como os Shinigamis matam as pessoas.
-Com o uso de um caderno.
-Como as pessoas morrem?
-Geralmente, com um ataque cardíaco.
Pronto! Era disso que eu precisava, KIRA usa um caderno, que assim como o Life Note, tem poderes sobre naturais, de manipular a vida humana, e, de acordo com Rem, ela pode ter se envolvido com o caso.
-Rem, você conheceu o primeiro KIRA?
-Sim, conheci.
-Ele está morto?
-Sim.
-E os outros KIRAS?
-Com exceção desse KIRA atual, todos estão mortos.
-Você sabe onde ele está?
-Não. Mas eu posso descobrir, porém, eu não poderei contar-lhe.
-Por que não?
-Porque eu estaria ajudando você, e eu não posso, a única coisa que eu posso fazer é proteger-lhe sempre enquanto você tiver a posse do Life Note e lhe ensinar a usá-lo, essas são as minhas únicas obrigações.
